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Mesmo antes do nascimento dependemos da água (líquido amniótico), pois é ela que enquanto “fonte de vida” fundamental e não substituível, é um bem vital que pertence aos habitantes da Terra, como comunidade. Esta água que da vida, que lava, que dança e que purifica. Pode ser doce, salgada e bendita.
Santifica, transforma e salva vidas. Salva rotinas; rotinas banhadas por águas, regadas por fontes inesgotáveis de sonhos e esperanças. Esperanças de cura, abrigo e libertação... Libertação de sentimentos, conceitos e vidas...
Vidas que não vivem sem água, que não crescem e não se multiplicam sem este líquido.
Líquido que no dia a dia se encontra envolto em um véu, que desce das cascatas para um mar de água salgada. Salgada como o suor dos pensamentos que preservam vidas e acalantam sonhos... Sonhos que matam a sede das plantas, das matas, dos homens. Água de tanta energia, devaneios fluídicos e luminosos. Luminosos como a chuva que cai e beija o solo, afagando a natureza e abençoando a criação divina.
Divina água, patrimônio coletivo que clama por preservação. Ouvimos o som de seus ecos de socorro e proteção aos seus mananciais.
Água que resiste às explosões e brota de um único fio de esperança. Esperança de um futuro sem desperdício, sem poluição, sem agrotóxicos. Vamos transformar nossa água no ouro do futuro.
 
                    
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ÁGUA, BERÇO DA EXISTÊNCIA!

Victor Nascimento e Tubino.

 

NO EMBALO “DESSE MAR” AS ÁGUAS VÃO ROLAR,

E A ZONA NORTE VEM COM SEDE PRA GANHAR!

DE AZUL, VERMELHO E BRANCO EM POESIA,

NO PORTO SECO “EU FAÇO UM BANHO DE ALEGRIA!”

 

Água presente divino

No ventre germina a vida

A brisa espalha o seu afã

Na herança de um novo dia

É fascinante a energia da mãe Iemanjá

O afago das ondas no azul do mar

Vejo florescer da terra riquezas

Brotando a natureza em comunhão

Gotas de orvalho no amanhecer

Num céu de cores em profusão

 

“NAS VERDES MATAS O ÍNDIO Á DANÇAR,”

A LUA CHEIA CLAREIA AS ÁGUAS DE Y-ÎARA!

NOS RIOS DE OXUM, DEVOÇÃO SINGULAR

BANHADA EM FÉ A VILA VAI PASSAR

 

Senhor... Abençoe essa fonte!

Que deságua dos montes

em lagos, Cachoeiras cristalinas.

Buscando vitórias com inspiração,

Lavando a alma! Salvando vidas!

O “Berço da Existência” clama por preservação

O rio-mar pede respeito,

Lutamos com braço forte em união

Nosso canto ecoa em forma de oração

Reluzindo as cores do meu pavilhão

   
 
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